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Conheça aeródromo onde avião decolou antes de queda com duas mortes em Palmas

Avião caiu na zona rural próximo a Palmas O aeródromo de onde decolou a aeronave que caiu e matou um casal em Palmas fica na zona rural de Palmas. O local é...

Conheça aeródromo onde avião decolou antes de queda com duas mortes em Palmas
Conheça aeródromo onde avião decolou antes de queda com duas mortes em Palmas (Foto: Reprodução)

Avião caiu na zona rural próximo a Palmas O aeródromo de onde decolou a aeronave que caiu e matou um casal em Palmas fica na zona rural de Palmas. O local é particular e recebe voos de aeronaves de pequeno porte. (CORREÇÃO: Ao publicar esta reportagem, o g1 errou ao informar que o aeródromo Sítio Flyer está em situação irregular. Segundo a Anac, houve uma alteração de propriedade e no nome do aeródromo, que hoje está regularmente cadastrado. A informação foi corrigida às 12h27 de 20 de julho) Imagens de satélite mostram que perto de uma das cabeceiras da pista há alguns bairros. Segundo a Anac, o local esteve interditado em 2025 devido pendências administrativas, mas houve mudança de propriedade e uma decisão da Justiça Federal determinou a liberação. "A informação da notícia refletia a situação anterior à conclusão da alteração cadastral; o descadastramento e a interdição mencionados diziam respeito ao período de pendências sob a denominação Sítio Flyer. Hoje o aeródromo está regularmente cadastrado sob a responsabilidade do JFM Demito, permanecendo apenas a controvérsia judicial", informou a ANAC (veja nota completa abaixo) A aeronave de pequeno porte, modelo EMB-721C, caiu em uma área de vegetação fechada logo após a decolagem, por volta das 10h de sábado (18). O médico Éderson da Silva, de 68 anos, e sua esposa, Roseli Amarilda Pechulo Silva, de 62 anos, morreram. O piloto foi resgatado com vida e segue internado. 📱 Clique aqui para seguir o canal do g1 TO no WhatsApp A Associação do Condomínio Aeronáutico Sítio Flyer lamentou a morte do médico Éderson da Silva e de Roseli Silva, prestou solidariedade às famílias e informou que confia na investigação das autoridades sobre o acidente. A entidade afirmou que não irá antecipar conclusões e destacou que o caso ocorreu fora dos limites do condomínio. Também esclareceu que a interdição do aeródromo mencionada em reportagens foi suspensa pela Justiça Federal e que eventuais divergências sobre o local são de natureza administrativa e judicial, sem relação com a apuração das causas da queda. Por fim, informou que o aeródromo é privado, de uso restrito aos condôminos, e se colocou à disposição para fornecer documentos e esclarecimentos (veja nota completa abaixo). Aeródromo fica na zona rural de Palmas Reprodução/ Google Street View LEIA TAMBÉM: Médico e esposa morrem em queda de avião em Palmas Avião que caiu e deixou dois mortos no TO teve 'estalo' após decolagem, diz PM O que se sabe sobre queda de avião que matou médico e esposa no TO Registro flagra uma decolagem em fevereiro de 2026 no aeródromo City Fly, interditado desde 2025 Reprodução/Arquivo pessoal Entenda o caso Avião de pequeno porte caiu em Palmas, deixando dois mortos Bombeiros/Divulgação O casal que foi vítima do acidente era proprietário do Hospital São Lucas, em Redenção (PA), cidade que era o destino do voo. Roseli morreu no local do impacto, enquanto Éderson chegou a ser socorrido com vida, mas sofreu uma parada cardiorrespiratória durante o atendimento do Samu. O piloto Hamilton Lopes da Conceição sobreviveu à queda e foi levado ao Hospital Geral de Palmas (HGP). O estado de saúde dele é considerado instável, segundo a PM. O avião estava com o Certificado de Verificação de Aeronavegabilidade (CVA) válido até 2027. Logo após o impacto, moradores da região registraram imagens que mostram os destroços do avião destruído em meio à vegetação fechada, área que foi prontamente isolada pela Polícia Militar para permitir o trabalho dos peritos e investigadores. Casal morreu em acidente aéreo em Palmas Reprodução/TV Anhanguera Íntegra da nota da ANAC O aeródromo JFM Demito (código ICAO SJCF) encontra-se regularmente inscrito no cadastro de aeródromos da Anac. Houve, de fato, período em que a infraestrutura esteve envolvida em conflito que gerou incertezas quanto ao operador responsável, com pendências cadastrais que motivaram a adoção de medidas administrativas por parte da Agência. Contudo, o atual proprietário apresentou a documentação comprobatória de sua propriedade sobre o aeródromo, o que permitiu a conclusão do processo de alteração cadastral, passando a infraestrutura à sua responsabilidade e alterando-se a nomenclatura de Condomínio Sítio Flyer para JFM Demito. Nesse contexto, cabe registrar que a Anac figura como corré em ação ordinária com pedido de tutela antecipada proposta pela Associação Condomínio Aeronáutico Sítio Flyer, na qual a autora objetiva ser reconhecida como operadora da infraestrutura. No âmbito dessa ação, o juízo concedeu tutela antecipada determinando a retirada de NOTAM vigente à época (19 de dezembro de 2025), por meio do qual o operador atual havia interditado o aeródromo para a realização de obras. Em resumo, não há irregularidade cadastral atual. A informação da notícia refletia a situação anterior à conclusão da alteração cadastral; o descadastramento e a interdição mencionados diziam respeito ao período de pendências sob a denominação Sítio Flyer. Hoje o aeródromo está regularmente cadastrado sob a responsabilidade do JFM Demito, permanecendo apenas a controvérsia judicial. Íntegra da nota do aeródromo A Associação Condomínio Aeronáutico Sítio Flyer manifesta pesar pelas mortes de Éderson da Silva e Roseli Silva e solidariedade aos familiares e ao piloto, que permanece hospitalizado. As causas do acidente estão sob apuração das autoridades aeronáuticas. Esta Associação manifesta plena confiança no labor investigativo e abstém-se de antecipar qualquer juízo conclusivo, haja vista que o trágico sinistro ocorreu além dos limites territoriais do aludido condomínio. Sem embargo, a entidade reconhece o manifesto interesse público que circunda a matéria e expressa sua gratidão aos veículos de comunicação pela concessão de espaço destinado à veiculação de esclarecimentos complementares de relevo aos leitores. Cumpre esclarecer que as matérias jornalísticas veiculadas indicaram, fundamentadas em alegada manifestação da ANAC, a interdição do aeródromo nos termos do Ofício nº 628/2025. Sobreleva notar a ocorrência de fato superveniente relevante: o referido expediente administrativo e os atos subsequentes foram submetidos à apreciação da Justiça Federal, a qual, em decisão proferida em 12 de dezembro de 2025 no âmbito da Ação nº 1020404-17.2025.4.01.4300, determinou a suspensão integral de seus efeitos. Cumpre salientar que, caso tais afirmações tenham emanado da ANAC, tal conduta poderá configurar descumprimento de ordem judicial, ensejando, inclusive, o agravamento dos danos materiais e morais que constituem objeto da referida demanda judicial. A discussão judicial trata da forma como o cadastro e o operador do aeródromo foram alterados em 2025, em meio a uma disputa sobre posse e propriedade que tramita na Justiça Estadual. São questões administrativas e patrimoniais. Nenhuma delas se confunde com a investigação das causas do acidente, que cabe aos órgãos técnicos. O Aeródromo Sítio Flyer é privado e destinado ao uso privativo dos condôminos. Não é infraestrutura aberta ao público nem disponível para livre utilização por terceiros. A utilização do aeródromo por pessoas estranhas ao condomínio está circunscrita às hipóteses previstas na legislação aeronáutica, preservadas as situações de emergência, socorro e segurança de voo. Esse esclarecimento descreve o regime de utilização do aeródromo e não é juízo sobre o voo do dia 18 de julho. A Associação coloca-se à disposição para fornecer a decisão, os documentos citados e os esclarecimentos adicionais que a apuração jornalística entender necessários. Acidente de avião mata casal em Palmas Arte g1 Veja mais notícias da região no g1 Tocantins.

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